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Just Saying

Blog pessoal

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31.Jan.16

Museu Nacional da Imprensa: Exposição PortoCartoon e Exposição Fotográfica Auschwitz

Esta semana tive a oportunidade de visitar o Museu Nacional da Imprensa, onde vi duas exposições: uma do PortoCartoon e um exposição fotográfica que relembra Auschwitz.

 

A exposição do PortoCartoon para além de uma parte do concurso existia também uma parte sobre a liberdade de expressão que achei bastante interessante. Todos aqueles cartoons retratavam os dias de hoje de uma maneira humorística e criativa. Havia também uma homenagem feita ao jornal Charlie Hebdo devido ao massacre que sofreram.

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A parte que mais gostei foi a seguinte: a exposição fotográfia Auschwitz.

Realizada pelo jornalista David Araújo evoca o 70º aniversário do encerramento do campo de concentração onde os judeus foram exterminados.

São cerca de 20 fotografias que retratam aquela época, todas elas a preto e branco, com o objetivo de nos fazerem refletir, cada uma delas com o testemunho de sobreviventes, testemunhos esses que nos fazem sentir como se lá estivessemos. Como se tivessemos presenciado ou como se conhecessemos aquela pessoa. Conseguimos sentir a dor deles.

É incrível como esta exposição nos consegue tocar de tal forma que nos vêm as lágrimas aos olhos. Aconselho que a vejam porque é realmente comovente.

 

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17.Jan.16

O Acordar

Acordamos todos os dias com mil e um pensamentos de mil e um sonhos que temos ainda por realizar. 

Acordamos com a dor da saudade. Acordamos com a dor de um coração partido. 

Acordamos com um sorriso. Ou então acordamos com uma tristeza enorme que nos impede de ter vontade e coragem de enfrentar o mundo lá fora.

Acordamos a pensar em como poderia ter sido e em como não foi. 

Acordamos para a vida.

E vemos que o difícil não é o acordar, o levantar da cama, o difícil é a vida. É viver. É enfrentar e correr riscos.

O difícil está no amor, nas amizades, na família, nas perdas, nas conquistas, nos sonhos. O difícil está na caminhada.

 

Já vos custou acordar? Acordar e pensar que o que sonharam não é real, que é mais um dia doloroso em que vão ter de sair de casa e enfrentar as pessoas, o dia-a-dia, a rotina. Quantas vezes não desejaram desaparecer? Quantas vezes não imploraram a Deus por isso? Quantas vezes se sentiram invisíveis? Quantas?

E quantas vezes acordaram a pensar em quão boa a vossa vida é? Em quanta sorte têm. Quantas vezes acordaram cedo demais com a ansiedade de começar um novo dia? Quantas vezes acordaram a sorrir? Quantas?

 

Acordamos com perguntas para as quais não encontramos resposta.

Acordamos entusiasmados pelo início de um novo dia, ou acordamos sem forças.

Acordamos e pedimos desculpa. Ou acordamos com o orgulho que contamina.

Acordamos com amor. Acordamos com rancor.

 

E no fim do dia podemos continuar a sofrer e ter pesadelos, ou então podemos pensar em como o nosso dia pode ser bem melhor. Em como a nossa vida pode ser incrível. E aí adormecemos e sonhamos com tudo de bom e com o que desejamos. E em vez de acordarmos tristes por darmos conta de que nada do que sonhamos é a realidade, acordemos antes com vontade de alcançar e tornar os nossos sonhos reais.

 

A escolha é nossa.

 

09.Jan.16

Miau

Ia começar a escrever um texto todo lamechas quando a minha gata, linda e esbelta como sempre,
saltou para cima do teclado do computador, como quem diz: "Quero mimo".
E de repente, fez-se luz: "Tenho de escrever sobre a minha menina!". E cá estou eu mais uma vez!


Em Maio vão fazer 2 anos que entrou na minha vida um dos meus amores mais preciosos, a minha
gata. Deram-me esta bolinha de pêlo no dia dos meus anos e foi a minha melhor prenda!

Chegou a minha casa com um enorme laço cor-de-rosa no pescoço, muita curiosidade e muito
soninho.
Dei-lhe o nome de Maggie, porque A-D-O-R-O os Simpsons, e visto que ela era (e é)
a minha bebé, este nome serviu-lhe que nem uma luva.


Tenho-vos a dizer que nunca gostei de gatos, nunca pensei em ter um sequer. Sempre fui mais
rapariga de cães, mas quando vi a Maggie pela primeira vez apaixonei-me por completo.
Primeiro, por ela ser a coisa mais fofa de sempre; segundo, por ser tão meiguinha; e terceiro,
por poder brincar com ela! Até hoje não a deixo em paz, ás vezes tá ela a dormir e lá vou
eu assutá-la.
A coitadinha já começa a ficar calejada contra mim e contra o meu pai. Sim, porque já não bastava
eu ser uma chata ainda tinha de existir um progenitor que é pior que uma criança!


Amo a minha gata mais do que amo muitos seres humanos!
É tão bom chegar a casa e saber que ela está aqui, cheia de saudades e a querer mimo.
Mesmo quando estou triste ela nota, e vem logo para a minha beira, deita-se no meu colo assim
como quem diz "eu estou aqui e nunca te vou deixar", o que é a mais pura das verdades.
Não imagino chegar a casa e não a ver, e parte-me o coração pensar na possibilidade de lhe
acontecer alguma coisa.


Espero mesmo que todos vocês tratem todos os animais com muito amor, porque eles serão
sempre os mais leais e os mais dóceis, merecedores de toda a atenção. É triste ver como há pessoas
capazes de tanta crueldade para com os animais, essas pessoas espero que sejam sempre devidamente
punidas.


Os animais merecem melhor. Nós conseguimos ser melhores.


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02.Jan.16

Em pedaços

Dás por ti a pensar que só estás bem só, que ninguém te compreende, que ninguém consegue gostar de ti...que o amor não é mesmo a tua praia. Dás por ti a chorar sozinha, a sofrer calada, enquanto á frente dos outros estás sempre com um sorriso na cara. Dás por ti a viajar nesses pensamentos e sonhos que criam histórias incríveis de contos de fadas com finais felizes. De repente acordas. Nada mudou. Continuas aquela rapariga frágil, sensível e que é capaz de amar. Rapariga essa que pensavas já nem sequer existir.

E porquê? Porque raio é que a vida te pregou mais esta partida? Será que não te podia deixar sozinha com os teus mil e um pensamentos? Estavas tão melhor assim não estavas? Era tão melhor quando tinhas ultrapassado toda aquela dor que a rejeição provoca. 

 

Provavelmente vais ter de aprender a viver com estas desilusões. Sei que já te magoaram, não uma, nem duas, mas mil vezes. E sei também que de todas essas vezes o tempo curou tudo. E agora restam só as cicatrizes que te prenderam e te torturam ao ponto de não conseguires confiar em ninguém, nem em ti mesma. Ficaste fria, má, afastaste quem mais gostava de ti... E para quê? Se no fundo sempre esteve em ti aquela menina de coração partido que ansiava se reconstruir?! 

 

Pensavas tu, inocente, que te tinhas tornado alguém mais forte, uma rapariga incapaz de ser magoada. Talvez tenhas te tornado nessa pessoa por uns tempos, mas a verdade é que agora esse ser parece que te está a fugir por entre os dedos.

Se fores rápida o suficiente talvez ainda o consigas apanhar... A pergunta é: Será que queres?